Foi inaugurada nesta segunda-feira dia 10/04/2017 a nova loja da SPIDER, e nós do clube estávamos la para conferir esta mega loja completíssima ,com tudo da melhor qualidade ,profissionais extremamente capacitados e nosso amigo Clesinho com o carisma de sempre.
O Clube deixa aqui nossas felicitações e muito sucesso !!!!
Muito em breve Marília vai ganhar uma mega loja ,Spider centro automotivo,estará aumentando ainda mais seu espaço e seu estoque de rodas e pneus,sem contar com os serviços de extrema qualidade de sempre,mais conforto para os usuários e muito mais novidades vem por ai,tudo isso regido pelo proprietário Clesinho.
Aguardem !!! breve data da inauguração desta Mega loja.
Aguardem !!! breve data da inauguração desta Mega loja.
Opala no Programa Skombidoo
Foi realizado pelo Programa Skombidoo do canal 13 (TV sol), uma
matéria sobre o nosso clube, onde vários sócios tiveram participação, dando
entrevista e falando sobre sua paixão.
Os apresentadores Théo e Murilo fizeram a alegria dos opaleiros,
deixando todos a vontade para uma entrevista bem descontraída o diferencial foi
que a entrevista foi realizada dentro de um Kombosa estilizada, igual ao veículo
do desenho. Vale a pena conferir. !!!
Desfile de 07/ Setembro Marília sp
Nos do clube estamos felizes por estarmos presentes neste desfile,entramos para história da cidade ,e com certeza nos desfiles que vem estaremos juntos novamente,colocando as maquinas para roncar na avenida.
CHEVROLET OPALA 1972
O Opala modelo 1972 foi um dos mais bonitos. Lançado no segundo semestre de 1971 a grande novidade era o modelo Cupê. Sem as colunas laterais e o estilo fastback o Opala Cupê tinha uma aparência mais esportiva. Inicialmente o Cupê foi lançado no modelo SS (Separated Seat, assendos separados) e GL (Gran Luxo) com motores 6 cilindros de 4100 cc, e posteriormente os modelos Especial e De Luxo com motores de 4 cilindros de 2500 cc e 6 cilindros 4100 cc. Neste ano a GM "aposentou" o 6 cilindros 3800 cc.
Como opções mais baratas os Opalas Especial e De Luxo tinham algumas diferenças de acabamento.
O Opala Especial era mais despojado. Não tinha frisos cromados internos, nos pára-lamas, nem mesmo no pára-brisas ou no vidro traseiro. Não possuía luz de ré, nem chaves no tanque de combustível e porta-luvas e nem regulagem da intensidade da luz dos instrumentos do painel. O sistema de ventilação interna era mais simplificado. O Especial tinha freios a tambor e câmbio de 3 marchas na coluna, o motor de 4 cilindros que rendia 80 hp era o mesmo no De Luxo, assim como a suspensão. Custava Cr$ 21.490,00.
Mesmo com o lançamento do modelo Cupê 2 portas a GM manteve o modelo de 4 portas.
O modelo De Luxo se diferenciava do Especial externamente por sua belíssima grade dianteira dividida ao meio com frisos cromados, grandes calotas, além de um grande friso na traseira, frisos nas caixas de roda e em todos os vidros. No interior frisos cromados no painel de instrumentos e relógio. Tampa do porta-luvas com chave, estofamento mais luxuoso e tapetes de nylon. Atrás cinzeiros , alças no teto e apoio para os braços. O medidor do nível de gasolina era do tipo "bimetal", bem mais preciso do que o de bóia usado no modelo Especial. Tinha luzes de ré e tampa do tanque de combustível com chave. Vinha equipado com câmbio de 4 marchas no assoalho e freios a disco. Podia vir equipado com o motor 4100 cc de 6 cilindros. Custava Cr$ 27.388,22.
O sedan 4 portas.


Com revestimento dos bancos e das laterais de porta em Jersey, porta luvas, centro do volante, faixas nos revestimentos das portas e partes das laterais traseiras imitando jacarandá o interior do Opala Gran Luxo era belíssimo. O isolamento acústico era uma preocupação da GM, este carro era extremante silencioso para a época.
Externamente um filete duplo acompanhava a linha de cintura do carro. Calotas de luxo, frisos cromados nas caixas de rodas, nas calhas e na tampa traseira além dos emblemas na coluna traseira e na lateral do pára-lamas dianteiro davam um toque de classe. Mas o que mais chamava atenção era o teto de vinil que poderia vir em três opções de cores: branco, preto ou bege.
Equipado com um motor 4100 cc de 6 cc e 140 hp, freios à disco com servo-freio e barra estabilizadora, rodas de 5 polegas com pneus 7.35 S 14 . Custava Cr$ 31.630,00.
Grandes faixas preto-foscas, grades pintadas de preto com o símbolo no centro, rodas de aço tipo competição de 5 polegadas com pneus especiais 7.35 S 14 e um motor 6 cilindros, 4100 cc de 140 hp, tuchos hidráulicos, caixa Clark de 4 velocidades com alavanca no chão, carburador Brossol Solex H 40/41 DIS e suspensão mais rígida, freios a disco Girling-Varga na dianteira, velocidade máxima de 171 km/h, faziam do Opala SS um verdadeiro esportivo.
Interior despojado todo preto e com um conta-giros no centro do painel, volante esportivo de três raios em aço inoxidável com o botão da buzina ao centro e símbolo SS. Bancos de vinil corrugado e console com relógio elétrico. Era o sonho de consumo e custava Cr$ 32.050,00.
]
Clube do Opala Marília orgulhosamente possui um opala SS cupe 71/6c pré lançamento da nova linha da GM e um especial 72/4c .
Font:autoclassicos.blogspot.com
Modelos de Opala perdidos na História.
Hoje nosso post e sobre conceitos e projetos da GM ,modelos de opala que foram abandonados,modelos que estavam nos planos,mas foram substituídos e poderiam mudar a história.Opala "Las Vegas"
No Salão do Automóvel de 1972 a GMB levou ao evento dois Opala “de estudo”, que é um jeito diferente de chamar um carro conceito feito para testar a receptividade do público. Um deles era o Opala Las Vegas, um cupê pintado de verde claro metálico, com meio teto de vinil branco, grade e lanternas traseiras exclusivas, bancos individuais com encosto alto e revestimento de vinil pérola com detalhes em verde e tapetes de nylon.
A Chevrolet aparentemente nunca planejou realmente vender o carro como exposto no Salão, mas queria saber como seria o interesse do público pelas soluções adotadas no carro. Pelo jeito o pessoal gostou, porque várias delas — como os bancos com encosto alto e o meio teto de vinil — acabaram equipando as versões de série do modelo nos anos seguintesOpala "Aguia"
O outro Opala “de estudo” que foi ao Salão de 72 não tinha nome oficial, mas acabou conhecido como “Águia” devido ao grafismo do capô, semelhante à fênix dos Pontiac Trans Am da época. A ave mitológica no capô não foi a única inspiração dos esportivos americanos: ele tinha retrovisores de corrida afixados no topo dos para-lamas, faróis com grade de proteção, rodas douradas de liga leve com tala larga e pneus de letras brancas.
A carroceria era pintada em marrom metálico e os para-choques cromados eram pintados de preto, dando ao modelo um ar mais esportivo. O interior era monocromático e os bancos individuais com abas laterais mais altas, porém ainda tinham encosto baixo, sem apoios para a cabeça. O modelo acabou não produzido por motivos nunca esclarecidos. Talvez o público brasileiro fosse conservador demais para ter um carro com uma fênix no capô.
Opala"Pick Up"
A imagem acima é uma bela montagem feita no Photoshop, mas acredite: a GM chegou a produzir protótipos de uma picape baseada no Opala, da mesma forma que as Chevy El Camino derivavam do Chevelle. Isso aconteceu no começo de 1973. Segundo a revista Quatro Rodas de fevereiro daquele ano, o modelo teria sua produção iniciada junto com a versão perua do Opala (a Caravan, logicamente) e seria a primeira picape de luxo do Brasil — e também a primeira derivada de um carro de passeio.
Contudo, como sabemos, o projeto acabou cancelado e a primeira picape derivada de um carro de passeio no Brasil foi a Fiat 147 Pick-Up, lançada em 1978.
Opala"Três Portas"
Na edição de setembro de 1975 da revista Quatro Rodas, o jornalista Nehemias Vassão apurou que a Chevrolet estava preparando uma versão de três portas para o Opala. Na prática, se tratava de um Opala cupê com o vidro traseiro integrado à tampa do porta-malas, formando uma abertura maior para acessar o interior do carro — que deixaria de ser um cupê fastback e se tornaria um hatchback. Até mesmo o banco traseiro seria rebatível para ajudar a carregar mais coisas na traseira do modelo.
A ideia era aproveitar uma brecha na legislação tributária que o classificaria como “camioneta de uso misto”, o que lhe renderia uma redução de 4% nos impostos e um preço final mais competitivo. O modelo seria apresentado no Salão do Automóvel de 1976, mas acabou nunca se tornando realidade. A única imagem conhecida do modelo é essa ilustração.
Opala "Diplomata 1979"
Quando falamos em Chevrolet Diplomata logo vem à cabeça aquela última estilização do Opala, com lanternas traseiras integradas, faróis em forma de trapézio e estilo mais moderno. Mas na verdade, o primeiro Diplomata seria lançado ainda na década de 1970, mais exatamente em 1979. Como seu nome sugere, ele foi projetado para ser a versão mais luxuosa do modelo, com rodas de liga-leve, bancos dianteiros reclináveis, direção hidráulica e aquecimento.
Senato" O substituto do Opala?"
No fim dos anos 1980 o Opala já estava nas últimas. O projeto estava completando 20 anos e havia passado por duas reestilizações significativas para tentar atualizá-lo, mas as linhas gerais já denunciavam sua idade avançada. Enquanto isso, a GM decidia qual seria seu sucessor e um dos candidatos era o Opel Senator, uma variação maior e mais luxuosa do Omega.
A GM chegou a testá-lo e a fazer clínicas com consumidores no Brasil, mas no fim acabou decidindo lançar o modelo menor e menos luxuoso, o Omega. O resto da história todos conhecemos muito bem.
Font:http://www.flatout.com.br/
Opala a mais de 20 anos do fim de sua fabricação ,nos surpreende ate nos dias de hoje,com seus requintes e curiosidades.Eterno Opala.
Agradecemos a Equipe do carro número 18, do Piloto Gregão, ao Camilinho, (que prepara as suspensões) e ao Ygor
Fotos: André Lemes/GRID Photo Racing
Spider
Centro Automotivo
Esta é uma matéria
publicada na revista AUTO MAIS, onde nosso patrocinador deu uma entrevista
mostrando os benefícios de realizar os serviços do seu veículo na loja, como: alinhamento,
balanceamento, compra de rodas de várias medidas, e marcas renomadas no mercado.
Um estoque amplo e
ainda a garantia Spider.Conta com um atendimento especializado de alta
qualidade.
Faça uma visita para
tomar um cafezinho, fale com o Clesinho e conheça essa megaloja.
Spider.. mais que uma loja!!!
O que normalmente ocorre entre os opaleiros são dúvidas em relações a detalhes e modelos, então para esclarecer um pouco vão aí as diferenças entre os modelos, de 1968 á 1992
linha 68-70
-Tinha grades "finas" e com um emblema "chevrolet" no lado esquerdo;
-Possuia calotas diferenciadas dos modelos mais novos;
-Apenas na versão 4 portas.
-O bow tie vinha acima na grande, era um emblema verde, com a gravatinha dourada dentro;
-A versão standart vinha sem o rádio e relógio eletrônico, já a versão de luxo vinha com esses itens;
-O emblema 3800 e 2500 ficava no pára-lama esquerdo e o "Opala" ficava quase junto a lanterna traseira, no lado esquerdo também;
-A versão 2500 tinha potência bruta de 80 cv a 4500 rpm, chegava aos 165,7 km/h e acelerava de 0-100 em 13,3s
-A versão de 6 cilíndros 3800 tinha uma potência bruta de 125 cv, chegava a 182,6 km/h e acelerava de 0-100 em 11,9s

-O gran-luxo tambem vinha com a opção do rádio e ar-condicionado
-Tinha uma grade diferenciada com o bow-tie em um emblema vermelho,
-Tinha um embema "Gran luxo" nos pára-lamas
Nessa linha ainda tínhamos o modelos "Especial", que era a opção standart da linha.
Linha 74-80
Ocorre a primeira reestilização do Opala e o motor 4 cilíndros vinha com 90cv.
Entre as mudanças estéticas oque mais chama a atenção são:
-Capô com víncos acentuados;
-Nova grade;
-Lanternas traseiras redondas duplas.
É nesse ano que surge a luxuosa versão Camodoro e a Caravan, o Comodoro contava com ítens como: ar-condicionado, cambio automático e direção hidráulica, e a Caravan contava com um porta-malas de 380 lítros
Nessa linha ainda tínhamos o modelos "Especial", que era a opção standart da
-Tinha uma grade diferenciada com o bow-tie em um emblema vermelho,
-Tinha um embema "Gran luxo" nos pára-lamas
Nessa linha ainda tínhamos o modelos "Especial", que era a opção standart da linha.
Linha 74-80
Ocorre a primeira reestilização do Opala e o motor 4 cilíndros vinha com 90cv.
Entre as mudanças estéticas oque mais chama a atenção são:
-Capô com víncos acentuados;
-Nova grade;
-Lanternas traseiras redondas duplas.
É nesse ano que surge a luxuosa versão Camodoro e a Caravan, o Comodoro contava com ítens como: ar-condicionado, cambio automático e direção hidráulica, e a Caravan contava com um porta-malas de 380 lítros
Nessa linha ainda tínhamos o modelos "Especial", que era a opção standart da
linha.
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Ocorre a primeira reestilização do Opala e o motor 4 cilíndros vinha com 90cv.
Entre as mudanças estéticas oque mais chama a atenção são:
-Capô com víncos acentuados;
-Nova grade;
-Lanternas traseiras redondas duplas.
É nesse ano que surge a luxuosa versão Camodoro e a Caravan, o Comodoro contava com ítens como: ar-condicionado, cambio automático e direção hidráulica, e a Caravan contava com um porta-malas de 380 lítros
A linha Opala/Carava ainda contava com a linha "De luxo" que era a versão standart da época.
A linha Opala/Caravan ainda contava com a linha
"De luxo" que era a versão standart da época.Em 1976 o Cupé ganha a versão 250-S com um carburador de corpo duplo e ainda nessa época é introduzido o câmbio overdrive, que contava com uma 4ª marcha mais longa diminuindo o consumo e combustível.
Em 1976 tambem o comodoro ganha a versão 4 cilíndros, em contra partida os ítens antes oferecidos de série são opcionais.
Em 78 a Caravan ganha a versão SS, que contava com faróis auxiliares, retrovisores esportivos da cor do veículo e as famosas faixas pretas.
Linha 80-84
Ocorre a 3ª estilização do Opala, surgem as lanternas quadradas e a mais nova sensação, o "Diplomata" que trazia direção hidráulica, ar-condicionado e interior em courvin de série, a Caravan era vendida apenas na versão comodoro.
Em 1980 o SS sai de linha, nesse ultimo modelo trazia faixas laterais pretas e pára-choque na cor do veículo.
Até 1982 o Opala ainda tinha o interior igual á antiga versão e apartir de 82 trazia um interior diferenciado, mais moderno.
1982 também fica marcado pela entrada do cámbio 5 marchas para o 4cc e pela série silverstar que contava com cores exclusicas, azul e verde
metálicos para o acabamento interno.
Surge a Caravan Diplomata, com farois
auxiliares e as lanternas traseiras que antes eram em duas cores passam a ser 3
cores, o Comodoro não recebe essas lanternas auxiliares mas ganha nova grade e
um visual mais "limpo"
Surge tambem o 6 cilíndros alcool, novas maçanetas, rodas diferenciadas para cada modelo, volante e painel com poucas mudanças e bancos mais confortáveis.

Em 1985 tambem surge como opcional a pintura saia e blusa (dois tons) e retrovisores mais modernos.
Linha 1988-90
O Opala dá adeus a versão Coupé e surgem novos faróis com formato trapezoidal, volantes de três raios e direção escamotável.
Surge tambem o 6 cilíndros alcool, novas maçanetas, rodas diferenciadas para cada modelo, volante e painel com poucas mudanças e bancos mais confortáveis.

Em 1985 tambem surge como opcional a pintura saia e blusa (dois tons) e retrovisores mais modernos.
Linha 1988-90
O Opala dá adeus a versão Coupé e surgem novos faróis com formato trapezoidal, volantes de três raios e direção escamotável.
As lanternas trazeiras também sofre mudanças e entre as lanternas traseiras temos uma extenção.
Uma curiosidade tambem foi os motores 250-S que foi disponibilizado apenas sob encomenda, era um modelo almão diferente das versões anteriores.
Linha 1991-92
O mito sai de linha, mas ainda teve fôlego para inovações, com pára-choques envolventes, novo volante e câmbio 5 marchas para a versão de 6 cilíndros.
Antes de sair de
linha o Diplomata ganha a versão Collectors,foram 100 unidades nas cores azul
milos vermelho ciprius e preto menphis acompanhava uma fita de video uma
revista com a historia do opala e uma pasta em couro na qual vinha uma relogio
caneta chaveiro e uma carta de apresentação do veiculo
o documento assinado por Richars
Wagooner e André Beer presidente e vice presidente da gm do brasil
Só lembrando: a série "Collectors" não representa os últimos Opalas. Ela foi lançada meio que ao mesmo tempo que eles saíam de linha, mas não são necessariamente os últimos a serem produzidos.
O Opala saía do mercado com 1.000.000 de unidades fabricadas...
fonte:
http://espiritodosopalas.blogspot.com.br/
LITERATURA TÉCNICA SOBRE TUCHO
Comandos para tucho mecânico:
- O inicio da rampa de levantamento é precedido por rampa de velocidade constante;
- Processo de fabricação inferior e mais simples que o de tucho hidráulico;
- Possuem ótima precisão a 0,05 e perdendo com folgas de funcionamento;
- Maior flutuamento de válvulas no início e no fim da abertura e menor flutuamento no ápice;
- Trabalham com temperaturas menores que os de tucho hidráulico;
- Possuem funcionamento ruidoso(principalmente quando a velocidade de abertura é elevada);
- Trabalham com diagrama variável devido às folgas de ajuste(dilatação térmica);
- Trabalham sem perda de lift na rampa de aceleração;
- Produz maior torque em baixas rotações;
- Possuem menor limite de flutuamento de válvulas;
- Possibilitam ajustes diferenciados no caso de comando com ressaltos iguais;
- Necessitam de manutenção das folgas de correção;
- Possuem diagramas mais flexíveis devido ao maior torque disponível em baixas rotações;
- O mecanismo de acionamento das válvulas é mais robusto, mais barato e mais confiável;
- Sofrem menor desgaste que os de tucho hidráulico(se o material for o mesmo);
- Permitem pequenos erros nos cálculos de projeto devido a possibilidade de corrigi-los por intermédio das folgas de ajuste;
- Ocasionam maior desgaste das sedes de válvulas e demais componentes do mecanismo;
- Não depende de boa pressão de óleo para um bom funcionamento;
- Não ocasiona variações de pressão no circuito de lubrificação do motor;
Comandos para tucho hidráulico:
- O inicio da rampa de levantamento não é precedido por rampa de velocidade constante(a rampa de aceleração é ligada diretamente ao círculo base...apenas no caso de círculo base centrado);
- Processo de fabricação superior e mais complexo que o de tucho mecânico;
- Possuem ótima precisão a 0,05 e também com "folgas"(zero) de funcionamento;
- Menor flutuamento de válvulas no início e no fim da abertura e maior flutuamento no ápice;
- Trabalham com temperaturas maiores que os de tucho mecânico;
- Possuem funcionamento silencioso;
- Trabalham com diagrama fixo devido à inexistência de folgas de correção e à correção dos próprios tuchos;
- Trabalham com perda de lift na rampa de aceleração;
- Produz menor torque em baixas rotações;
- Possuem maior limite de flutuamento de válvulas;
- Não possibilitam ajustes diferenciados no caso de comando com ressaltos iguais;
- Necessitam de manutenção dos tucho que eventualmente entopem;
- Possuem diagramas menos flexíveis devido ao menor torque disponível em baixas rotações;
- O mecanismo de acionamento das válvulas é menos robusto, mais caro e menos confiável;
- Sofrem maior desgaste que os de tucho hidráulico(se o material for o mesmo);
- Não permitem erros nos cálculos de projeto devido a impossibilidade de corrigi-los por intermédio das folgas de ajuste que não existem;
- Ocasionam menor desgaste das sedes de válvulas e demais componentes do mecanismo;
- Depende de boa pressão de óleo para um bom funcionamento;
- Causa variações de pressão no circuito de lubrificação do motor;
Comando MECÂNICO trabalha APENAS com tucho MECÂNICO.
- Se a troca for feita da forma correta não há problema algum...apenas deve-se atentar para as vantagens e desvantagens de cada tipo de sistema..
- Trabalham com folga entre tucho e comando ou conjunto de balancins para ajustes de diagrama;
- Trabalham sem folga entre tucho e comando ou conjunto de balancins para ajustes de diagrama;
OBS: Comando HIDRÁULICO trabalha com tucho HIDRÁULICO e ou MECÂNICO.
Fonte:Galvão Opaleiros do Paraná
















































